quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Uma proposta para a paz - 2

Antes de mais nada vamos esclarecer um fato.Não existe nenhum conflito na Palestina como insiste a mídia sicofanta. O que há é uma ocupação e, portanto onde se lê conflito leia-se resistência. Resistência dos semitas palestinos contra o ocupante euro-israelense. Se os israelianos (governantes arianos de Israel), não entenderem isso, e entender isso significa abandonar os territórios ocupados, não haverá a mínima possibilidade de paz.

O que é lamentável.

Sou daqueles que entendem que o diálogo é sempre o melhor caminho. E o melhor caminho, se me permitem, tanto para israelenses como palestinos é a criação de um Estado único, laico e democrático onde todos possam conviver sejam eles ateus, cristãos, judeus, muçulmanos ou quem mais.

Nada de Estado teocrático.

Não generalizando, mas a religião só tem servido para o usufruto dos canalhas.

Basta consultar a História.

Na impossibilidade momentânea de um Estado único, ficam valendo as propostas do artigo anterior.

Há três mil anos que a Palestina sofre ocupações. E há três mil anos que os palestinos resistem.

Foi invadida por Persas, gregos, egípcios, hebreus, romanos, bizantinos, cruzados e finalmente turcos, para ficarmos apenas nos mais conhecidos. E no século 20 a Palestina foi novamente invadida, desta vez pela Inglaterra que abriu a porta para europeus de quase todas as etnias, seguidos de norte americanos, latinos americanos e por todos aqueles que se intitulavam e se intitulam descendentes dos antigos hebreus, que teriam herdado a terra diretamente de Deus.

E citam a Bíblia por testemunho.

É verdade que de acordo com a Bíblia Deus teria dito algo nesse sentido ao iraquiano Abraão e ao egípcio Moisés. Mas isso já faz mais de três mil anos. Aliás, utilizar o texto bíblico como contexto para a usurpação é crer que o cérebro humano é feito de excremento. E a se considerar esse tipo de argumento, muito mais direito têm os denominados índios das Américas, que foram massacrados e tiveram suas terras usurpadas pelos europeus que por aqui aportaram a partir do século XV.

O povo palestino resiste há três mil anos e com certeza continuará resistindo. Só quem não entende a natureza humana pode acreditar na vitória da opressão.

Por isso, o melhor caminho para os israelenses é o caminho da negociação e da paz.

A humanidade agradece.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Uma proposta para a paz

O presidente de Israel Shimon Peres chega hoje ao Brasil. Por aqui deve ficar 5 dias para uma série de encontros, inclusive com o Presidente Lula. Esse encontro pode representar uma excelente oportunidade para o israelense mostrar ao mundo que realmente quer a paz.
Para tanto, tomo aqui a liberdade de apresentar uma proposta com 10 pontos que, creio eu, poderá ajudar na resolução do “conflito” entre israelenses e palestinos.

1-Demolir o muro erguido para segregar os palestinos, atitude que envergonha qualquer nação civilizada;

 
2-Devolver todos os territórios ocupados a partir de 1967;

 
3-Reconhecer o direito dos palestinos ao retorno;

 
4-Respeitar e acatar as Resoluções da ONU para a região.

 
5-Definir suas fronteiras porque até agora Israel é o único país do mundo sem fronteiras definidas, ocupando três países (Palestina, Síria e Líbano);

 
6-Seguir o exemplo dos palestinos e criar uma Constituição;

 
7-Abolir de vez o crime hediondo de tortura, legitimado por sua Corte Suprema;

 
8-Punir os militares que assassinam adolescentes palestinos para a extração de órgãos, pratica essa denunciada por Hanna Friedman, dirigente do Comitê Público Contra a Tortura em Israel.

 
9-Abolir as barreiras e os postos de vigilância que impedem os palestinos de ir e vir;

 
10-Punir exemplarmente seus soldados que utilizam crianças palestinas como escudos humanos.

Feito isso, os israelenses terão os palestinos como principais aliados e parceiros, colocando um ponto final nesse conflito que já dura mais de 60 anos. Em seguida, os israelenses completarão esse acordo, sempre em parceria com os palestinos, com a reconstrução dos hospitais, escolas, estradas, além, naturalmente, de dividir eqüitativamente a água, tão importante para os dois países. Poderão ajudar também na reconstrução das casas demolidas por seus buldozers e abolir o castigo coletivo.

Como se vê, a aplicação desses pontos é simples, basta vontade.
As novas gerações agradecem.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Soldados de Israel atiram em civis palestinos e ativistas de Direitos Humanos em Abassan Jadida, Faixa de Gaza. Um morto.

domingo, 8 de novembro de 2009

A escolha

Quando o soldado de Israel dispara contra a cabeça do garoto palestino, a bala que vai matar a criança faz parte de um estoque de 300 bilhões de dólares que a indústria bélica faturou nas duas últimas décadas com a venda de armas para o Oriente Médio.

Portanto, se alguém realmente quer acabar com a violência, antes de tudo precisa acabar com a indústria bélica. Mas, acabando com a indústria bélica, acaba-se também com o narcotráfico, já que um vive umbilicalmente ligado ao outro. E aí é que surge o problema, pois, estimativas dos organismos internacionais informam que o narcotráfico movimenta por ano mais de um trilhão de dólares, como produto ou através de empresas legalmente constituídas.

A pergunta que fica é se existe força suficiente para acabar com uma indústria que movimenta um trilhão de dólares por ano. E quanto à indústria bélica, cujo faturamento anual já superou em muito o trilhão de dólares, o problema que se coloca é outro.

Ao acabar com a indústria bélica, acaba-se com as forças armadas, cuja finalidade, aprende-se nos bancos escolares, seria defender as fronteiras. Mas nessa época de globalização é possível falar-se em fronteiras?

Num sistema neoliberal, onde tudo é negociável, como fica a soberania?

Por isso, quando a indignação toma conta da humanidade diante dos massacres infindáveis que as forças invasoras estadunidenses e israelenses perpetram contra palestinos, iraquianos e afegãos, ou mesmo quando a Anistia Internacional menciona crimes contra a humanidade praticados pelo Estado sionista, ou ainda, quando uma Corte Suprema como a de Israel endossa e alega razões de Estado para a prática de torturas, não basta a indignação. É preciso agir.

A humanidade precisa decidir se apóia o narcotráfico e a indústria bélica ou prefere viver num mundo melhor.

Como se vê, é uma questão de escolha.

sábado, 7 de novembro de 2009

Alguém consegue explicar tamanha crueldade?

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Cínicos

A mídia Ocidental celebra a queda do muro de Berlim. Mas ignora o Muro do Apartheid construído por Israel para oprimir os palestinos.

A mídia Ocidental festeja o fim do muro de Berlim, mas ignora que os palestinos estão morrendo de sede porque os israelianos(governantes arianos de Israel) fecharam as torneiras.

Outro muro que a mídia ignora solenemente é o que foi construído pelos Estados Unidos para evitar a entrada de mexicanos no país.

Muito mais mexicanos e palestinos morreram vítimas dos muros do que os cidadãos da Alemanha.

Isso também é ignorado.


Coisas da mídia ocidental.

O verdadeiro terrorista

Amigo, não se engane!
O verdadeiro terrorista é o sistema capitalista.
Não pode haver honestidade enquanto houver patrão e empregado.
Não pode haver felicidade enquanto uns comem, outros não.
Não pode haver civilização enquanto houver fronteiras.

Sangue e violência são o combustível do capitalismo. O capitalismo é perverso, seja qual for sua coloração.

O capitalismo é racista! Veja o que acontece em Israel. Muros são erguidos para segregar semitas palestinos. E para você que crê, o capitalismo é inimigo de Deus! Se a César o que é de César, o que Deus faz na moeda que rege o mundo?

O capitalismo é tão cruel que criou o Operário Padrão, exemplo de serviçal que depois de mastigado é escarrado para longe.

O capitalismo é aquele que ensina a pescar onde não há peixes.

O capitalismo representa todas as misérias que os humanos têm a baixeza de ambicionar.

No capitalismo a miséria entra pela porta, a virtude sai pela janela.

Amigo, não perca a esperança! O capitalismo está agonizante! Ele é como o fogo que devora a si próprio quando nada mais encontra para devorar..

Amigo! Você nada tem a temer, a não ser o estado letárgico em que se encontra. Lembre-se: a águia de bico atômico tem asas de barro!
Agora é com você!